• Carlos Guglielmeli

EUA reage de maneira improvável e bombardeia Síria


Em primeira incursão militar sob a ordem do presidente Donald Trump contra o regime do ditador sírio Bashar al-Assad, mísseis norte-americanos destruíram parte da base aérea de onde partiu o ataque que matou 89 civis com um gás tóxico.

Segundo altos funcionários do exército, foram lançados 59 mísseis Tomahawk a partir de destróiers estacionados no Mar Mediterrâneo, todos direcionados a um único alvo, a base aérea de onde supostamente saíram as aeronaves que lançaram as ogivas químicas.

Em primeiro momento a reação norte-americana foi uma surpresa, porém no passar do tempo analistas foram levantando outros planos de fundo que não os declarados pelo mandatário da maior potência bélica do planeta.

Atacar um país apadrinhado pela Rússia, segunda maior potência mundial acusada de ter interferido na eleições americana em favor do próprio Trump em uma causa supostamente humanitária, afasta a Casa Branca de dois problemas.

Dessa forma o presidente americano se afasta um pouco da imagem tão colada aos russos e lhe dá um ar altruísta que contradiz o egocentrismo do qual é acusado.

A reação de internacional foi inicialmente de apreensão, porém a comunidade mundial em sua maioria manifestou apoio ao ataque americano, mas aguardam a reação russa.


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