• Carlos Guglielmeli

Ministro Edson Fachin encaminha pedidos de investigação contra políticos citados na “delação do fim


Com base nas delações dos executivos e ex executivos da construtora Odebrecht, o ministro Edson Fachin, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e relator da Operação Lava-Jato determinou a abertura de inquéritos contra mais de 200 pessoas com e sem cargos políticos.

Toda a classe política já esperava os resultados negativos dessas delações, porém ver e ouvir os depoimentos causou um impacto muito maior do que se imaginava. A imagem de corrupção generalizada ficou estampada e nítida.

O auto comando político nacional tanto no legislativo quanto no executivo, de onde devem partir as decisões que possibilitem a recuperação do país mergulhado em sua pior crise financeira, está diretamente implicado nas denúncias e isso pode prejudicar a elaboração de medidas isentas.

Os presidentes do Senado Federal, Eunício Oliveira (PMDB) e da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), além de oito ministros do governo Temer, doze governadores, quatro ex-presidentes foram mencionados.

Além dos nomes mencionados nas listas abaixo os ex Ministros da Fazenda de Dilma e Lula, Guido Mantega e Antônio Palocci foram citados como protagonistas na distribuição das propinas, principalmente o segundo.

Veja a lista dos políticos mencionados:

* Pedidos enviados de volta PGR por possível prescrição nos crime;

** Deputado licenciado para exercer a função de ministro.

Além dos políticos citados, mais 200 outros nomes civis, sem cargos políticos, foram enviados para instâncias inferiores do judiciário.


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