• Carlos Guglielmeli

Nesse 1º de maio, a angustia é o grande sentimento dos trabalhadores


Com o desemprego nas alturas, uma reforma nas leis trabalhista que ainda não conseguem compreender e a crise política sem fim, os trabalhadores brasileiros quase não têm o que comemorar.

A elevada taxa de desocupação, com mais de 14 Milhões de desempregos, é consequência da crise financeira nacional, causada pelos graves erros e desvios de conduta cometidos na condução econômica nacional ao longo dos últimos anos.

Mesmo que não haja nenhuma supressão nos direitos já adquiridos, a reforma trabalhista é um outro fator perturbador na vida recente dos trabalhadores.

Bombardeados por publicações fantasiosas, se não criminosas, as pessoas estão com medo das mudanças nas leis, imaginando, erroneamente que vão perder direitos como o 13º salário, a obrigatoriedade de registro, seguro desemprego e outros.

O ambiente político instável por devido os crimes de corrupção, insistentemente revelados, eleva a tensão das pessoas que sentem medo do desfoque nas ações de governo.

A sociedade entende a importância e apoia essa limpeza ética que está sendo feita, porém sonha com o fim desse clima tenso que gera instabilidade na condução política do país e no ânimo do setor privado que acaba se retraindo e potencializando a crise.

Mesmo que sejam três assuntos, eles interagem entre si e estão diretamente ligados com a causa, consequência e solução dos problemas que causam a angustiam dos trabalhadores.

Já existem sinais de que a economia brasileira parou de "sangrar" e que o país está em recuperação, porém o mercado de trabalho é sempre o último a sentir esses efeitos, portanto os trabalhadores ainda vão ter algumas noites sem sono, até que possam respirar mais aliviados.


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