• Carlos Guglielmeli

França diz não ao populismo de Le Pen e elege Emmanuel Macron


Depois da eleição do populista e nacionalista Donald Trump para presidente dos Estados Unidos, o mundo parece ter levado um choque de realidade contra os políticos com esse perfil.

No dia 15 de março o premiê holandês Mark Rutte imprimiu uma derrota contundente no populista ultra direitista, Geert Wilders.

Hoje foi o dia de Emmanuel Macron, um jovem médico com discurso conciliador e de unidade, derrotou o discurso de rupturas e soluções mirabolantes moldados no que a sociedade mais aflita quer ouvir.

Voltado a apaziguar medos e promover o otimismo, segundo seu próprio discurso, a notícia da eleição de Macron é um alívio para a Europa e para o mundo, que via nessa disputa a oportunidade de frear o crescimento da política de divisões e soluções imediatistas, que a médio e longo prazo trazem prejuízos ainda maiores.

Na América do Sul, a Argentina se desfez da Cristina Kirchner, seguindo o mesmo movimento, o povo venezuelano está lutando contra o Chavismo com Maduro e o Brasil pode andar na contramão do mundo flertando com Lula.


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