• Carlos Guglielmeli / Fotos: Reprodução

Manifestação paga pelos sindicatos exibe uma rica estrutura e promove vandalismo em Brasília


Segundo o deputado Paulo Pereira da Silva, só a Força Sindical, que não é a mais rica das centrais, levou cerca 800 ônibus para Brasília. Muitas barracas padronizadas foram montadas, centenas de balões Blimp foram inflados e milhares de jalecos foram distribuídos.

A manifestação começou com uma caminhada que seguiu da Arena Mané Garrincha em direção à Explanada dos ministérios. Ao chegar no cordão de isolamento da polícia, onde se pretendia fazer uma revista em todos os participantes como de costume, os manifestantes forçaram a passagem e isso deu início a uma grande confusão.

Ao fundo, um dos caminhões de som incita os manifestantes a furar o bloqueio policial, ao mesmo tempo que começava o quebra-quebra .

Durante o confronto, manifestantes lançaram paus, pedras e rojões contra os policiais, atearam fogo em orelhões, bicicletas coletivas e no auditório do Ministério da Fazenda e em ao menos outros quatro ministérios.

Os servidores dos ministérios foram dispensados, mas muitos acabaram pegos de surpresa e ficaram encurralados no meio a violência.

Tanto a CUT, quanto a Força Sindical declaram não ter nada haver com os criminosos, porém os cálculos da PM dizem que 45.000 manifestantes estiveram na Esplanada e só os 800 ônibus da Força, a 40 passageiros cada, levou 32.000 pessoas para a manifestação, óbvio que a CUT, central mais rica, levou no mínimo a metade disso, por isso não sobra muita gente estranha para promover a destruição vista.

Analistas avaliam que o governo Temer continua frágil, porém ponderam que a manifestação dessa quarta-feira, 24/05, pode ter dado fôlego para o presidente, pois os congressistas da base não foram pressionados por forças populares.

Imagens da estruturas paga pelas centrais:


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