• Carlos Guglielmeli / Foto: Reprodução

Osmar Serraglio não aceitou o novo ministério depois de ser preterido na Justiça


A recusa de Serraglio o leva de volta para a câmara federal e tira a vaga de deputado do seu suplente, Rodrigo Rocha Loures.

Loures foi flagrado em uma operação controlada de Polícia Federal recebendo uma maleta com R$ 500 Mil da JBS e sem a vaga de deputado ele perde o Foro Privilegiado, que pode remeter as acusações a seu respeito para a primeira instância.

O PMDB, partido do presidente, de Serraglio e de Loures avalia que a vaga na câmara do ex ministro é da bancada do Paraná, portanto acreditam que Temer deva respeitar essa ex pécie de cota regional e nomear outro deputado do estado para um ministério, o que liberaria novamente uma vaga para o suplente, devolvendo-lhe o foro privilegiado.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e relator da operação Lava Jato na corte, Edson Fachin, pode levar o pedido de prisão contra Loures, solicitado por Rodrigo Janot, ainda hoje para a análise do plenário.

O caminho para a prisão de Loures pode ser alterado, caso a PGR (Procuradoria Geral da República) faça uma nova solicitação agora que o peemedebista não tem mais as prerrogativas do mandato parlamentar, porém a defesa de Temer tenta tranquilizar os advogados de Loures afirmando que seu processo vai continuar no STF devido a presença do presidente na acusação.


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