• Carlos Guglielmeli

Após decretação de prisão, Joesley Batista e Ricardo Saud se entregam


Após decretação de prisão, Joesley Batista e Ricardo Saud se entregam

Joesley Batista e Ricardo Saud se entregaram à justiça nesse domingo, 10/09, por volta das 14h na superintendência da Polícia Federal em São Paulo.

O mandato de prisão temporária, aquela com validade de cinco dias, contra o empresário e o executivo da JBS foi expedido pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, a pedido do procurador Geral da República Rodrigo Janot.

Faquin concordou com a fundamentação do pedido, avaliando que ambos, em liberdade, oferecem riscos e podem interferir na apuração e colheita de provas.

“Há indícios de má-fé por parte dos colaboradores ao deixarem de narrar, no momento da celebração do acordo, que estavam sendo orientados por Marcello Miller, que ainda estava no exercício do cargo, a respeito de como proceder quando das negociações, inclusive no que diz respeito a auxílio prestado para manipular fatos e provas, filtrar informações e ajustar depoimentos”, alegou Faquin no mandato.

Em conversa gravada por eles mesmos e entregue à Procuradoria da República por engano, Joesley e Saud falam sobre a interferência de Miller, então procurador da república e braço direito de Janot, no acordo de delação que fizeram e sobre terem manipulado a produção de provas seletivas

Contra o ex-procurador e braço direito de Rodrigo Janot, Marcello Miller, Fachin decidiu não acolher o pedido de prisão, por hora, alegando “não ter visto elemento indiciário de que ele tenha sido cooptado pela organização criminosa com a consistência necessária para a decretação de prisão”.


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