• Carlos Guglielmeli

Parlamentares governistas e da oposição já falam em nova agenda, caso Maia assuma a presidência do p


Segundo parlamentares próximos à Rodrigo Maia (DEM – RJ), presidente da Câmara dos deputados e primeiro na sucessão presidencial, o Democrata admite que o presidente Michel Temer terá mais dificuldades para se livrar da segunda denúncia contra si do que a enfrentada na primeira.

As declarações veladas vieram depois de um jantar organizado pela senadora Kátia Abreu (PMDB – TO), que reuniu deputados e senadores governistas e de oposição como Jorge Viana (PT – AC), Renan Calheiros (PMDB – AL), e Vanessa Grazziotin (PC do B – AM).

Em meio à duras críticas contra o governo Temer os senadores e deputados chegaram a sugerir a elaboração de uma agenda para ser seguida por Maia, caso ele assuma a presidência do país.

O presidente da Câmara reafirmou que não pretende interferir na votação da nova denúncia contra Temer por obstrução de justiça e organização criminosa.

A anfitriã Kátia Abreu chegou a afirmar que “Rodrigo Maia não será protagonista de qualquer movimento nesse sentido, mas pode ser uma consequência”.

Sem ainda ter quitado “faturas” de liberação de verbas prometidas aos deputados, demonstrando dificuldades para avançar com as reformas no Congresso e de implementar medidas de estímulo à economia, os deputados e senadores presentes avaliaram que dessa vez, na melhor das possibilidades o presidente Temer vai perder a votação numericamente, sem prosseguimento da denúncia apenas por falta do resultado qualificado de 2/3 necessários.


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