• Carlos Guglielmeli / Imagem:

Após greve dos caminhoneiros e dos petroleiros, presidente da Petrobras pede demissão


Pedro Parente pediu demissão da presidência da Petrobras nesta sexta-feira, 01 de junho.

Após se reunir com o presidente Michel Temer, Parente formalizou sua saída da estatal em uma carta ode, entre outras coisas, disse que “A greve dos caminhoneiros e suas graves consequências para a vida do País desencadearam um intenso e por vezes emocional debate sobre as origens dessa crise e colocaram a política de preços da Petrobras sob intenso questionamento”.

Às 11h20, logo após o anúncio da demissão de Pedro Parente, a Bolsa de Valores de São Paulo registrou queda acentuada, ao ponto de suspender as negociação das ações PETR-N2 até as 11h42.

A política de preços dos combustíveis e o novo modelo de governança da Petrobrás, adotados pela gestão do agora ex-presidente, são considerados pelos acionistas da estatal como os grandes fatores responsáveis pela recuperação da empresa no mercado, por isso sua saída foi sentida e a estatal perdeu 15% do seu valor de mercado

Em um comunicado, a petroleira informou que “a nomeação de um CEO interino será examinada pelo Conselho de Administração ao longo do dia” e completou confirmando que “A composição dos demais membros da diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer alteração”.


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