• Carlos Guglielmeli

Casos de Sarampo aumentam no mundo todo e em Valparaíso as providencias estão sendo tomadas


Após uma queda nos casos registrados no mundo inteiro em 2016, as confirmações de casos de Sarampo e Poliomielite aumentaram em 2017 e acenderam um alerta nos órgãos saúde.

A baixa cobertura vacinal, 85% na primeira dose e apenas 67% na segunda, em mádias mundiais, é a principal causa deste “surto mundial”. O recomendado pela OMC (Organização Mundial de Saúde) é que 95% das pessoas alvos sejam vacinadas.

Em Valparaíso a imunização contra o sarampo atingiu 97,70% do público esperado entre 6 meses e 5 anos, já entre as crianças de 5 a 10 anos a vacinada chegou à 94,83% e no meio dos jovens com 10 a 15 anos a meta foi 100% atingida.

A vacina é a única maneira eficaz de proteção da pessoa contra o Sarampo. Também é a única maneira de proteger terceiros que não podem ser imunizados, a exemplo de pessoas portadoras do HIV, ou com câncer que estão imunodeprimidas por essas doenças ou pelo seu tratamento.

Segundo a Coordenadora do Núcleo de Imunização em Valparaíso, Marluce Barros “as crianças e os adolescentes já têm um calendário vacinal que independe de campanha e tanto eles quanto os adultos que não tiverem tomado a vacina, ou tenham dúvidas quanto a isso, podem e devem tomar a vacina, A dose de reforço não faz mal e todos os postos de saúde de Valparaíso estão abastecidos”.

Veja quais são os sintomas, como se contrai e os riscos do Sarampo:

· Os Sintomas:

1) Febre acima dos 38º;

2) Dor de Garganta e Tosse seca;

3) Dor muscular e cansaço excessivo;

4) Manchas vermelhas na pele, sem relevo que se espalham pelo corpo;

5) Manchas vermelhas na pele que não coçam;

6) Pontinhos Brancos no interior da bochecha;

7) Vermelhidão nos olhos.

· Como se pega o Sarampo:

O vírus do Sarampo é facilmente transmissível, semelhante ao da gripe. Ele é expelido pelas vias horais de uma pessoa contaminada, através da tosse, espirro ou até um beijo e também pelas mãos.

· Os riscos da doença:

O Sarampo não tem um tratamento específico, a não ser o combate aos sintomas apresentados, por exemplo, o controle da febre. Por isso as pessoas devem procurar um médico e não se alto-medicar. Em casos raros a doença pode até levar o paciente à morte e maior risco é o contágio de terceiros ou iminodeprimidos.


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