• Carlos Guglielmeli / Imagens: Reprodução

Às vésperas de completar um ano e meio, o desaparecimento da jovem Thayna permanece sem solução


A jovem Thayna Ferreira de 21 anos desapareceu no dia 19 de fevereiro de 2017, após uma carona que teria pego com o padrasto, Sr. Waldezar Correiro de Matos, que alega tê-la deixado em uma parada de ônibus na BR 040.

A partir dessa data não é incomum cruzar com a Sra. Jussara, mãe da garota desaparecida, pregando cartazes com fotos da filha em locais públicos, pedindo ajuda às pessoas e à imprensa e até mesmo buscando vestígios de corpo humano em terrenos apontados pela polícia como possíveis locais de “desova”.

Três meses após o desaparecimento de Thayna, a Polícia Civil do Estado de Goiás chegou a prender temporariamente o Sr. Waldezar sob a suspeita de ter assassinado a enteada. Em uma entrevista ao Jornal Anhanguera, o delegado Rafael Abrão chegou a dizer que já aviam elementos concretos suficientes para determinar a autoria do crime.

Segundo Rafael Abrão, as investigações já tinham levantado “provas técnicas suficientes para apontar a autoria e incrimina-lo” e completou: “Mapeamos o trajeto feito pelo padrasto, o laudo técnico aponta presença de sangue humano na roupa que ele usou no dia do crime, no carro que ele usou no dia do crime e num facão que pertencia a ele, que também acusou sangue humano”.

Mesmo com todos esses elementos o Sr. Waldezar foi solto ao final dos cinco dias previstos na prisão temporária sem que as tais provas fossem efetivamente desqualificadas.

Angustiada pelo conflito interno da esperança em encontrar a filha viva contra a razão que diz que sua a garota provavelmente não esteva mais viva, a Sra. Jussara continua atrás respostas, recentemente apareceu colando cartazes no portão do Fórum de Valparaíso, segundo ela “buscando esclarecimentos e informações sobre o andamento das investigações, pois o criminoso está solto, pondo em risco outras jovens”.

Conforme a mãe de Thayna, um silêncio tomou conta dos responsáveis pelas investigações e do judiciário, isso a leva temer que o desaparecimento de sua filha caia no esquecimento, por essa razão ela recentemente fez um apelo à esses órgãos e pediu publicamente que à imprensa, os amigos e todos reavivassem o caso.


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