• Carlos Guglielmeli / Imagem: reprodução

Operação da Polícia Federal cumpre mandatos contra agentes políticos de Goiás


Na manhã desta sexta-feira (28) foram cumpridos 5 mandatos de prisão temporária e 14 de busca e apreensão contra pessoas e endereços ligados ao ex-governador de Goiás, Marconi Perillo.

Os mandatos foram expedidos pela 11ª Vara Federal, Seção Judiciária de Goiás, a pedido do Ministério Público, em uma operação conjunta com a Polícia Federal, batizada de Cash Delivery.

A Cash Delivery é um desdobramento de uma fase da Lava Jato, baseada em acordos de delações premiadas e de Leniência da construtora Odebrecht e seus executivos.

Conforme as investigações, Marconi teria recebido R$ 2 Milhões em 2010 e R$ 10 Milhões em 2014 de maneira ilegal, para, em contrapartida, favorecer a construtora com obras no estado.

No âmbito da Lava Jato essa parte das colaborações não evoluiu porque nos próprios depoimentos os delatores foram unanimes em dizer que a empreiteira acabou não foi beneficiada.

A defesa de Marconi Perillo repudiaou o que chamaram de “ato eleitoreiro”, pois segundo eles, não há fato novo na investigação que justifique algo semelhante a apenas 9 dias das eleições.

Os outros alvos da operação foram o ex-presidente da Agência Goiana de Transporte e Obras (Agetop), Jayme Eduardo Rincon, o filho dele, Rodrigo Godoi Rincon, o policial militar Márcio Garcia de Moura, o ex-policial militar e advogado Pablo Rogério de Oliveira e o empresário Carlos Alberto Pacheco Júnior.


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