• Carlos guglielmeli / Imagem Reprodução

Aécio Neves é alvo de operação da Polícia Federal


Aécio Neves é alvo de operação da Polícia Federal

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o deputado federal, Paulinho da Força (SD-SP) foram alvos de uma operação da Polícia Federal, autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio de Mello

A operação Ross foi deflagrada na manhã desta terça-feira (11) e tem como base a delação premiada de executivos da J&F onde são reveladas supostas transações de propinas usadas como caixa 2, no caso de Aécio Neves R$ 109 Milhões entre 2014 e 2017.

Além do tucano, foram mencionados nas delações e são alvos sua irmã Adrea Neves, os deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Benito da Gama (PTB-RJ), Cristiane Brasil (PTB-RJ) e os senadores Antônio Anastasia (PSDB-MG) e José Agripino (DEM-RN).

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados à todos os envolvidos e contra o senador Aécio Neves também houve a recomendação de recolhimento domiciliar, o que foi negado por Marco Aurélio, seguindo o entendimento do próprio órgão acusador, a PGR (Procuradoria Geral da República).

Relativamente ao investigado Aécio Neves da Cunha, não há dados concretos, individualizados, a demonstrarem a indispensabilidade das medidas pretendidas. O órgão acusador [PGR], ao manifestar-se, destacou que a situação de plena liberdade do investigado não representa risco à ordem pública”, disse o ministro.

Por meio de nota, o advogado Alberto Toron, que representa Aécio, disse que o senador é o maior interessado no esclarecimento dos fatos, por isso “sempre esteve à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários que mostrarão a absoluta correção de todos os seus atos”.

É preciso que se esclareça que os recursos referidos pelos delatores da JBS são as contribuições eleitorais feitas à campanha do PSDB em 2014 e devidamente registradas na Justiça Eleitoral”, disse Toron.

Em nota, o senador Antonio Anastasia diz que desconhece totalmente o motivo pelo qual teve seu nome envolvido nessa história. O senador acrescenta que em toda sua trajetória nunca tratou de qualquer assunto ilícito com ninguém.


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