• Carlos Guglielmeli / Imagem: reprodução

Bolsonaro entrega no Congresso a proposta de reforma da previdência dos militares, abrandada com um


O presidente Jair Bolsonaro apresentou nesta quarta-feira (21) a proposta de reforma da Previdência para os militares, atrelada a uma reestruturação da carreira que representa aumento nas remunerações do seguimento.

Com isso, a economia de estimada inicialmente em R$ 97,3 bilhões cai para apenas R$ 10,45 bilhões ao longo de dez anos.

No conjunto geral da reforma, na qual o ministro Paulo Guedes quer economizar R$ 1 trilhão em uma década, os militares vão contribuir com apenas 1%.

O projeto traz diversas diferenças com relação à reforma proposta aos civis, que terão, por exemplo, que trabalhar ao menos 40 anos para obter o teto do INSS, de R$ 5,8 mil. Já os militares poderão, após 35 anos, se aposentar com a totalidade dos seus último salários.

Para justificar o abrandamento da reforma dos integrantes das forças armadas, o governo argumenta que a carreira militar tem muitas especificidades diferentes da civil, por exemplo o fato deles não se aposentarem, mas serem postos na reserva, podendo ser convocado a qualquer momento, o que na prática é muito raro.

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