• Carlos Guglielmeli / Imagem: reprodução

Sem articulação eficiente, base aliada de Bolsonaro no Congresso derrete e centrão começa a impor de


Insatisfeitos com a falta de diálogo do governo, líderes dos partidos que compõem o centrão começam a se rebelar e impor ao Planalto um conjunto de derrotas batizado de “pacote de maldades”.

Recentemente, uma discordância com o ministro da justiça e segurança pública, Sérgio Moro, e a seguinte interferência do filho mais novo do presidente Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, fez com que o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM) declarasse ao ministro da economia, que não faria mais a articulação para aprovação da reforma da previdência.

Analistas avaliam que se isso for confirmado, o texto original pode ser alterado ao ponto de prejudicar o efeito esperado, além de atrasar ou até inviabilizar sua aprovação.

Nesta quarta-feira (27) os deputados do centrão aprovaram uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) de 2015 que engessa o Orçamento da União. Na prática as repartições federais ficarão impedidas de fazer gastos sem a autorização prévia do Legislativo.

A ordem entre os deputados é desengavetar projetos indigestos à Presidência da República.

Além do incomodo provocado pela forma com que são tratados pelo governo, a decisão dos líderes partidários em se rebelar ocorreu após o Planalto anunciar o bloqueio de R$ 29,8 bilhões no orçamento deste ano.

Rodrigo Maia nega que tenha sido um “troco” ao debate que teve com Moro e ao ataque que recebeu de Carlos Bolsonaro, mas ele ressuscitou uma PEC de quatro anos atrás, já aprovado nas comissões da casa semelhante ao Orçamento Impositivo de Goiás, reservando 1% do orçamento para as emendas parlamentares.

“Não cabe retaliação a ninguém, pelo amor de Deus”, disse maia negando que se trate de uma revanche. “É o legislativo reafirmando suas atribuições. É assim em toda democracia do mundo”, completou ele.

Em conversas reservadas, líderes e dirigentes de partidos não escondem o descontentamento com o governo. Dizem que Bolsonaro colou em todos o carimbo da "velha política", movida por cargos e emendas. A intenção é descaracterizar que a disputa se trava entre a "velha política" e a "nova política" e mostrar um embate institucional, que juntaria partidos de direita, centro e até da esquerda, como o PT e o PCdoB.

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