• Carlos Guglielmeli

STF rejeita liberdade provisória de Lula, nessa que era considerada sua melhor chance de sair da cad


STF rejeita liberdade provisória de Lula, nessa que era considerada sua melhor chance de sair da cadeia

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou nesta terça-feira (25) o pedido de liberdade provisória feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deixaram para uma data ainda a ser definida, a análise de um pedido de suspeição do ex-juiz da Lava Jato e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, no caso do tríplex do Guarujá (SP).

Na prática, os ministros não analisaram a suspeição de Moro para anular esse processo, onde o ex-presidente já está condenado em 2ª instância e por isso é mantido preso. Por 3 votos a 2, os ministros rejeitaram uma proposta do ministro Gilmar Mendes para conceder liberdade a Lula até futuro julgamento do mérito dessa ação.

Mendes apelou para que o colegiado liberasse o ex-presidente da cadeia até que se concluísse o julgamento sobre a suspeição do ex-juiz da Lava Jato, mencionando às recentes divulgações de diálogos entre Moro e o promotor Deltan Delaignol, divulgadas pelo Site The Intercept Brasil.

Na sequencia o ministro Edson Fachin, que já tinha votado em dezembro, manifestou-se contra a sugestão de Mendes afirmando que os supostos diálogos divulgados não foram submetidos a uma verificação por órgão público da sua autenticidade, destacou que o Supremo não funciona como órgão de revisão direta de fatos imputados a juízes de primeiro grau e ainda que o STF tem entendimento de que reportagens jornalísticas têm valor probatório reduzido.

Como já era esperado, Ricardo Lewandowski também seguiu a linha de Mendes e afirmou que, a despeito dos vazamentos do site The Intercept Brasil, há "elementos suficientes" no sentido da parcialidade e se manifestou para conceder a liberdade a Lula.

O voto da ministra Carmem Lúcia já estava computado contra a soltura do ex-presidente desde novembro e a confirmação dele era tido como certa, como foi. Por isso o voto de minerva seria o do decano Celso de Melo.

Fiel da balança, o ministro se posicionou contra a concessão da liberdade provisória e disse que Moro contestou a autenticidade dos diálogos divulgados. "Eu me manifesto no sentido do indeferimento da concessão da medida cautelar na linha do voto do relator", disse ele.

Com isso Lula permanece preso e sua próxima chance de ser liberto fica para o julgamento do mérito dessa ação, ainda sem data marcada para ser analisado.

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