• Carlos Guglielmeli

Após dispensar as doações alemãs para a preservação da Amazônia, governo brasileiro corre atrás de f


Um dia após o presidente Jair Bolsonaro dizer que não precisa do dinheiro alemão, doado para projetos de preservação da Floresta Amazônica, o ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, festeja um empréstimo de R$ 2 bilhões à “juros quase zero”.

O dinheiro destinado ao tratamento de lixo dos principais centros urbanos brasileiros é fruto de um acordo com o Novo Banco de Desenvolvimento que é controlado pelo Brics, formado pelo próprio Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul.

Segundo Salles, o acordo está “praticamente fechado”, faltando apenas a formalização do acordo que será feito no formado de empréstimo.

Para integrantes do governo, o empréstimo junto ao Brics é um sinal de que o Brasil não está isolado na questão ambiental, mas para as oposições ele representa, no mínimo, mais uma contradição do presidente Jair Bolsonaro.


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