• Carlos Guglielmeli

Ação de Flávio Bolsonaro contra a Lava Toga racha o PSL e parlamentares ameaçam deixar a sigla


A articulação do senador Flávio Bolsonaro contra a comissão que tem como foco a apuração supostas irregularidades de membros do STF (Supremo Tribunal Federal) está provocando um racha no seu partido, o PSL.

Com o apoio dos parlamentares “lavajistas”, que se elegeram empunhando a bandeira do combate à corrupção, a CPI que pretende apurar o “ativismo judicial” praticado pelos juristas, incluindo os ministros da Suprema Corte, pode naufragar justamente pela oposição dos Bolsonaros, que também foram eleitos sob esse mantra.

Ao ameaçar deixar o partido, a senadora Juíza Selma - magistrada aposentada que foi eleita com a alcunha de "Moro de Saias", evidenciou desavenças políticas intra partidárias. "A senadora Juíza Selma esclarece que devido a divergências políticas internas, entre elas a pressão partidária pela derrubada da CPI da Lava Toga, está avaliando a possibilidade de não permanecer no PSL", diz nota divulgada pela assessoria da parlamentar.

Deputados e senadores tanto da oposição quanto da base aliada acusam de maneira velada o presidente Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro de estarem atuando contra a Lava Toga em contrapartida da decisão tomada por Dias Toffoli que suspendeu a ação contra o parlamentar.


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