• Carlos Guglielmeli

Irã reivindica "direito à legítima defesa" na ONU


Foto: Opera Mundi / UOL

O embaixador do Irã na ONU (Organização das Nações Unidas), Majid Takht Ravanchi declarou ao Conselho de Segurança da entidade que seu país se reserva ao “direito de legítima defesa” após o ataque dos Estados Unidos que matou o general iraniano, Qassim Suleimani, chefe da Unidade Especial da Guarda Revolucionária.

Majid chamou o ataque americano de "ato de guerra”:

Por qualquer medida, é um óbvio exemplo de terrorismo de Estado e, como um ato criminoso, constitui uma violação grosseira dos princípios fundamentais do direito internacional. O equivalente a começar uma guerra”, declarou o iraniano.

No comunicado Majid Takht Ravanchi também mencionou a medida do revide iraniano, pretendido contra o ato norte-americano, "a resposta para uma ação militar é uma ação militar", disse ele.

Os Estados Unidos justifica o ataque que matou o líder militar do Irã com o artigo 51 da Carta das Nações Unidas, que cobre um direito individual ou coletivo de defesa contra ataques armados. Em 2014 os Estados Unidos usaram o mesmo recurso para atacar o Estado Islâmico na Síria.


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