• Carlos Guglielmeli

Anvisa recebe pedido de uso emergencial do Butantan/CoronaVac e da Fiocruz/Osford


Uso emergencial das vacinas de Oxford e CoronaVac é solicitado à Anvisa / Fotos: Divulgação

Desenvolvida numa parceria entre o Instituto Butantan e a chinesa SinoVac, a vacina contra o novo coronavírus CoronaVac foi a primeira com o pedido de uso emergencial entregue à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), enviado na quinta-feira (07).


Na sequência, nesta sexta-feira (08), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) solicitou a autorização para uso emergencial da vacina que desenvolve em parceria com a universidade britânica de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca.


A CoronaVac é uma aposta do governador de São Paulo, João Dória (PSDB), que gestou a imunização com antecedência e hoje já tem insumos e fluxo planejado para vacinar sozinho quase 82% da sua população.


Já a vacina da AstraZeneca/Oxford é uma aposta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que anunciou a compra de 250 milhões de doses mas só tem a garantia de 2 milhões de doses, capaz de vacinar menos que 4% da população nacional.


As duas vacinas iniciaram a publicação da fase 3 de seus testes com eficácias acima dos 90%, porém a AstraZeneca acabou cometendo um erro na aplicação da primeira dose nos voluntários e foi rebaixada para 62%, enquanto a concorrente CoronaVac retificou cientificamente sua taxa de sucesso para 78%.


Além de estarem em lados opostos da política nacional, as duas vacinas, a de Oxford e a CoronaVac, têm diferenças na eficácia e na disponibilidade de fornecimento. Veja ...

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