• Carlos Guglielmeli

Avaliação de Bolsonaro como péssimo ou ruim sobe para 40%

O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é avaliado como ruim ou péssimo por 40% dos entrevistados em pesquisa divulgada na sexta-feira, 22, pelo instituto Datafolha. No levantamento anterior, feito no início de dezembro os descontentes eram 32%.


O aumento da desaprovação acontece em meio à piora da pandemia da Covid-19, às dificuldades na vacinação e o fim do auxílio emergencial.


Popularidade de Bolsonaro cai diante de sua postura sobre a vacinação contra a Covid-19, o fim do auxílio emergencial e a piora da pandemia / Foto: Valor Econômico

Entre os satisfeitos, Bolsonaro é considerado ótimo ou bom por 31%, ante 37% dos entrevistados no levantamento anterior.


De acordo com o a pesquisa, o presidente é avaliado como regular por 26% das pessoas consultadas, uma proporção que era de 29% a pouco mais de um mês. Estas oscilações estão dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.


Covid-19

Entre os consultados que disseram ter muito medo de contrair o novo coronavírus, a reprovação de Bolsonaro aumentou de 41% em dezembro para 51% agora. Já a aprovação caiu de 27% para 20% entre os que têm pouco medo de pegar o vírus, sua rejeição cresceu de 30% para 37%, enquanto a aprovação caiu de 36% para 33%.


No grupo dos que afirmam não ter medo do coronavírus, 21% reprovam Bolsonaro, antes eram 18%, e os que aprovam aumentou de 53% para 55%.


Capacidade para governar

Segundo o Datafolha, atualmente 50% dos entrevistados consideram que Bolsonaro não tem capacidade para governar, ante 52% em dezembro. Já a parcela dos que o consideram capaz ficou em estabilidade com 45 da opiniões, antes eram 46%.


Confiança

A pesquisa divulgou ainda que 41% nunca confiam na palavra do presidente, uma convicção que era de 37%. Enquanto isso, 38% dos consultados confiam às vezes, ande os 39% anteriores e 19% sempre confiam, o que em dezembro eram 21%.


O Datafolha realizou a pesquisa nestas quarta, 20, e quinta-feira, 21, por telefone, por causa das restrições sanitárias da covid-19. Foram ouvidas 2.030 pessoas em todo o País.

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