• Carlos Guglielmeli

Brasil testa cloroquina em 6.000 pacientes com Covid-19 e resultados começam a sair até fim de maio



No Brasil, cerca de 6.000 pessoas serão submetidas a estudos científicos com o uso da cloroquina submeterá para determinar a utilidade do medicamento no combate ao Covid-19 (novo coronavírus).


Entre os 12 estudos autorizados pela Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa), são esperados alguns resultados iniciais até o fim de maio, segundo informações dos cientistas responsáveis passadas à BBC News Brasil, mas a maioria marca a apresentação de resultados iniciais para daqui a três meses.


O presidente já chegou a dizer que a substância estava sendo empregada com sucesso "em tudo quanto é lugar", mas ainda não há nenhum estudo conclusivo sobre a eficácia ou efeitos colaterais do medicamento em todo o mundo.

Duas pesquisas, uma realizada no Amazonas com a participação de pesquisadores da Fiocruz em pacientes já com o quadro agravado e outra na França, em pacientas na primeira semana de internação, foram interrompidas em consequência dos efeitos colaterais e da falta de resultado nesta etapa do estudo.

Ambas utilizaram dosagens abaixo do recomendado por uma nota técnica da Anvisa: para o difosfato de clororoquina (CQ)  900mg no 1º dia e 450mg do 2º ao 5º dia; para a hidroxicloroquina (HCQ) 800mg no 1º dia e 400mg do 2º ao 5º dia.


No estado do norte brasileiro a primeira dose de CQ foi de 600mg e as outras quatro de 450mg, já no país europeu, que usou a HCG, a dose inicial foi de 750mg e as posteriores de 400mg.






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