• Carlos Guglielmeli

Calote na previdência dos servidores revela um 'rombo nas contas públicas' de Valparaíso



Fato omitido pelo prefeito Pábio Mossoró (MDB) até o término do período eleitoral, a saúde das contas públicas do município de Valparaíso de Goiás não vai nada bem.

Esse diagnóstico é indiscutível a partir do conhecimento dos Projetos de Lei (PL) enviados pelo prefeito para aprovação dos vereadores, entre os quais, o de número 373 tenta regularizar o calote dado pelo município no recolhimento da contribuição patronal para a previdência dos servidores públicos municipais.

Só esse calote aplicado mensalmente, desde maio, equivale a um rombo nas contas do município de cerca de R$ 3,5 milhões.

Além do recolhimento da contribuição patronal, o PL também tenta regularizar um outro calote da prefeitura, esse no pagamento do parcelamento da dívida previdenciária feita em 2017, que gera um outro rombo no caixa da prefeitura de algo entorno de R$ 1,6 milhões.

Para sanar o descontrole, que põe em risco a capacidade financeira do IPASVAL (Instituto de Previdência dos Servidores de Valparaíso), o prefeito propõe pelo PL 375 um aumento de 30% nas contribuições dos funcionários públicos da cidade, passando a alíquota de 11 para 14%. Esse projeto recebe forte oposição do SINDSEPEM/VAL, que nesta sexta-feira (11) convocou os servidores valparaisenses à comparecer ao parlamento local para pressionar os vereadores pela rejeição da matéria.

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