• Carlos Guglielmeli

Escolas de Samba do Rio de Janeiro falam em desfilar somente após vacina contra o Covid-19



Escolas de samba do Rio de Janeiro discutiram nesta terça-feira os desfiles do Carnaval de 2021 diante da pandemia do novo coronavírus, depois que algumas agremiações defenderam que o espetáculo só ocorra quando houver vacina contra a Covid-19 disponível para a população.


Os desfiles do Grupo Especial estão previstos para ocorrer nos dias 14 e 15 de fevereiro no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, mas as agremiações se reuniram na noite desta terça para discutir a questão, informou a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa).


Segundo a Liesa, até o momento não houve proposta formal de adiamento do Carnaval, mas a liga reconheceu que algumas escolas são contra desfilar sem que haja uma vacina.


Em nota a prefeitura do Rio afirmou, que não é possível no momento definir a realização do Carnaval e que está estudando "alternativas para diversos cenários", ressaltando que a prioridade no momento é salvar vidas e evitar o avanço do coronavírus.


"A Prefeitura do Rio segue concentrando os esforços para salvar vidas e controlar a pandemia na cidade. Neste momento, ainda não é possível falar em definição sobre o Carnaval Rio 2021 em função da pandemia da Covid-19", informou a empresa municipal de turismo da cidade, a Riotur, em nota.


"O planejamento do Carnaval é naturalmente complexo e, no cenário atual, requer cuidados especiais. A festa reúne milhões de pessoas e, durante o período da folia, há uma intensa movimentação pela cidade, incluindo o aumento do uso do transporte público durante um extenso período de tempo", acrescentou.
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