• Carlos Guglielmeli

Medida do Governo Federal para a preservação do emprego já atinge 1 milhão de trabalhadores




Segundo o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, 1 milhão de trabalhadores da iniciativa privada tiveram suas jornadas e salários diminuídos ou suspensos, utilizando o programa emergencial de manutenção do emprego, elaborado pelo Governo Federal para combater os efeitos da pandemia de coronavírus.

No dia 1º de abril o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), editou a MP (Medida Provisória) do emprego, que busca a manutenção dos postos de trabalho formais durante a crise provocada pelo novo coronavírus.


Podemos dizer que essa medida provisória já tem frutos, e os frutos são mais de um milhão de empregos preservados”, disse Bianco

Na medida, a União vai pagar para os colaboradores das empresas, 25, 50, 70% ou 100% do seguro desemprego relativo aos seus rendimentos, para aqueles que, em acordos coletivos ou individuais com os empregadores, aceitarem a mesma proporção de redução na carga horária durante três meses.

A contrapartida das empresas é mais três meses de estabilidade dos empregos, ou seja, a manutenção desses postos de trabalho por meio ano, no mínimo.

Nas previsões do governo, a medida deve alcançar cerca de 24,5 milhões de trabalhadores dos 33,624 milhões de empregados com carteira assinada no setor privado, conforme números do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística) registrados até fevereiro.

O custo total do programa aos cofres públicos está estimado em R$ 51,2 bilhões e o seguro desemprego, que baseia os cálculos dos benefícios, hoje gira em torno de R$ 1,045 à R$ 1,813 mil.

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