• Carlos Guglielmeli

Ministro mais próximo de Bolsonaro admite Caixa 2 e militantes aguardam atitude do presidente


Foto: Editora Abril

Acusado de ter abandonado combate à corrupção, uma de suas principais bandeiras durante o período eleitoral, o presidente Jair Bolsonaro está noutra "sinuca de bico", onde será provado mais uma vez se desembarcou mesmo ou não do tema.


O ministro da cidadania Onyx Lorenzoni, ex-chefe da Casa Civil, um dos homem mais próximo do presidente durante a transição e o início do governo fechou um acordo com a PGR (Procuradoria Geral da República) onde confessou ter praticado o crime de Caixa 2 nas eleições de 2012 e 2014.


Pela confissão e o pagamento de uma multa de R$ 186 mil, Onyx ficará livre de uma ação que corre no STF (Supremo Tribunal Federal, provocada pela própria PGR com base nas delações da JBS.


O deputado federal licenciado para assumir o ministério fica livre da justiça, porém os holofotes agora estão direcionados para o comportamento do presidente Bolsonaro, que passa a ter um criminoso confesso em sua equipe.

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