• Carlos Guglielmeli

"Não vale a pena fazer um decreto por fazer", alegou Caiado ao desistir de medidas mais duras


Foto do portal Diário Online / Meramente ilustrativa

O Governador do estado de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), havia prometidona na segunda-feira (11) que reeditaria seu decreto com medidas de combate ao novo coronavírus, com restrições mais duras.


A decisão de Caiado estava baseada no aumento de casos e mortes causadas pelo Covid-19 desde que as regras estabelecidas no dia 19 de abril flexibilizou a paralisação da atividade econômica no estado.


Da lá para cá o número de contaminados em Goiás subiu de 393 para 1.423 e o de mortes de 18 para 61. No mesmo período o município de Valparaíso saltou de 7 infectados para 51 e o de mortes permanece em um.


Caiado justificou seu recuo pela falta de apoio à decisão:


"Estamos construindo uma alternativa (…) Um decreto tem que ter participação do governo, das entidades de classe, dos prefeitos, das autoridades e o sentimento da população. Não vale a pena fazer um decreto por fazer decreto", disse o governador em entrevista à TV Anhanguera.


Desde quando anunciou intenção de adotar medidas mais duras, com a paralisação das atividades econômicas consideradas não essenciais, Ronaldo Caiado foi alvo de críticas e ouviu recados dos prefeitos, como o de Cidade Ocidental, Fábio Moraes, de que não adotariam em seus municípios tais regras.

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