Atos contra Temer e as reformas tem adesão apenas estratégica e causam transtornos à sociedade

 

Categorias com sindicatos fortes como rodoviários, ferroviários, bancários, professores, foram mobilizadas para as manifestações dessa sexta-feira, 30/06, para causar o maior efeito possível no cotidiano das cidades, mesmo que a adesão da chamada Greve Geral fosse baixa.

 

Em Brasília, mesmo com a determinação da justiça para que os transportes públicos mantivessem no mínimo 50% das frotas em circulação, os sindicatos pararam 100% do metrô e dos ônibus pela manhã.

 

A estratégia dos sindicatos foi repetida em todo o país, dessa forma, mesmo com pouca participação nos manifestos, todos os seguimentos da sociedade foram afetados.

 

Convocada pelas centrais sindicais, a paralização planejada e chamada de Greve Geral ficou restrita à pequenas manifestações distribuídas estrategicamente por seus comandos para causar o maior efeito possível na sociedade, passando assim a impressão de uma adesão maior do que a de fato.

 

Depois do quebra-quebra promovido pelos manifestantes trazidos pelas centrais sindicais para Esplanadas dos Ministérios em Brasília, a segurança na Esplanada dos Ministérios foi reforçada para esse novo ato.

 

Além de 600 homens da Força Nacional, 2,6 Mil policiais do Distrito Federal foram enviados para a Esplanada para garantir a segurança dos cidadãos civis e do patrimônio público.

 

Com esse aparato e a baixa adesão do protesto, a ordem foi mantida sem registros de incidentes até o fechamento dessa matéria.

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