Presidente das maiores estatais Brasileiras durante os governos Lula e Dilma é preso na 42ª fase da Lava Jato

27/07/2017

 

Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil no governo Lula e da Petrobras no segundo mandato de Dilma, foi preso nesta manhã de quinta-feira, 27/07, na 42ª fase da Lava Jato.

 

O Juiz Sérgio Moro autorizou a abertura de inquérito para investigar Bendine no dia 13 de junho recente por suspeita de corrupção passiva. Ele teria recebido R$ 3 Milhões, segundo delações de ex executivos da construtora Odebrecht.

 

Segundo informações do MPF (Ministério Público Federal), constam nas delações que enquanto presidente do Banco do Brasil, Bendine pediu R$ 17 Milhões à Marcelo Odebrecht para que ele arrolasse dívidas da construtora que leva seu nome. Naquele tempo o executivo avaliou que a “transação” não seria positiva.

 

Em 2015, mesmo com a Lava Jato em plena atividade, ao assumir a Petrobras com a função de melhorar a governança e acabar com riscos de corrupção na empresa, Bendine teria solicitado R$ 3 Milhões para não atrapalhar os contratos da construtora com a estatal.

 

Esse último pedido foi supostamente atendido em três parcelas.

 

O MPF justificou o pedido de prisão de Aldemir Bendine pelo fato dele ter nacionalidade Italiana e por sua suposta insistência delituosa, sem constrangimento com o curso da Operação Lava Jato.

 

Dois suspeitos de operar o esquema de corrupção foram presos em Pernambuco, são eles os irmãos e sócios André Gustavo Vieira da Silva e Antônio Carlos Vieira da Silva Júnior.
 

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