Ex-ministro de Temer, Geddel Vieira Lima, vira réu ao lado da mãe e do irmão por caso do apartamento cheio de dinheiro

 

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) recebeu a denúncia por lavagem de dinheiro e associação criminosa contra o ex-ministro de Temer, Geddel Vieira Lima, o irmão dele, deputado federal Lúcio Vieira Lima, ambos do MDB da Bahia; e também a mãe deles, Marluce Vieira Lima.

 

A família é investigada no caso das malas e caixas de dinheiro vivo encontradas pela Polícia Federal em uma apartamento usado como uma espécie de Bunker usado pelo deputado. Ao todo haviam R$ 51 milhões no imóvel.

 

Todos os ministros seguiram o voto do relator, Edson Fachin, que aceitou abrir ação penal contra cinco dos seis denunciados. 

 

Além da família Vieira Lima, a Procuradoria-Geral da República denunciou três pessoas: o empreiteiro Luiz Fernando Costa; o empregado doméstico Job Brandão, que tinha um cargo no gabinete de Lúcio Vieira Lima; e o advogado Gustavo Ferraz, que transportou dinheiro para a família do deputado, mas, no entendimento dos ministros, não participou dos crimes.

 

Para a defesa dos Vieira Lima, as provas são insuficientes e existem erros que deveriam anular o processo. O advogado Gamil Föppel acusou o Ministério Público Federal de usar o site institucional para pressionar o Judiciário.

 

O advogado também criticou a prisão preventiva de Geddel Vieira Lima. O ex-ministro foi detido no dia 8 de setembro do ano passado, três dias após a polícia localizar o dinheiro.

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