Desembargador manda soltar Marconi alegando que toda suspeita deve ser apurada, mas sem culpa formada

O desembargador Olindo Menezes da 4ª Turma do TRF-1 (Tribunal Regional da 1ª Turma) em Brasília, concedeu por liminar de soltura em favor do ex-governador de Goiás Marconi Perillo, que havia sido preso ontem, quarta-feira (10).

 

Para a defesa de Marconi, sua prisão era “arbitrária e infundada, de certa maneira afrontava outras decisões de liberdade que já foram concedidas nesta mesma operação”, a Cash Delivery.

 

Em seu despacho o desembargador alegou que “todas as suspeitas da autoridade policial e do magistrado devem ser apuradas, mas isso não equivale a que os investigados sejam presos de logo, sem culpa formada” e completa “a prisão preventiva, como modalidade de prisão cautelar penal, é regida pelo princípio da necessidade, pois viola o estado de liberdade de uma pessoa que ainda não foi julgada e que tem a seu favor a presunção constitucional da inocência”.

 

No fim do seu despacho, Olindo Menezes explica que sua decisão não implica que o preso ”seja inocente, mas não há pelos fundamentos da decisão a demonstração da necessidade de sua prisão cautelar”.

 

A Operação Cash Delivery investiga o suposto recebimento de R$ 12 Milhões em propinas pagas por empreiteiras ao político durante as eleições de 2010 e 2014.

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