Aposentadoria poderá ser mais que 100% da média de contribuição do trabalhador

 

A proposta definitiva de reforma da previdência foi entregue pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro no congresso nacional.

 

Uma das mudanças é a possibilidade do trabalhador se aposentar com mais de 100% da média dos salários de contribuição, algo vedado atualmente.

 

Essa novidade começa a vigorar após o período de transição que é de 12 anos e será calculada conforme o tempo de contribuição a mais do que mínimo de 40 anos  exigidos para o trabalhador se aposentar com 100% da média salarial.

 

A nova fórmula de cálculo do benefício substituirá o fator previdenciário, usado atualmente no cálculo das aposentadorias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

 

Pelas novas regras, o trabalhador com 20 anos de contribuição começará recebendo 60% da média das contribuições, com a proporção subindo dois pontos percentuais a cada ano até atingir 100% com 40 anos de contribuição. 

 

Durante o período de transição de 12 anos, no entanto, o limite de 100% continuará valendo, tanto para o setor público como o privado. Segundo o secretário de Previdência da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Leonardo Rolim, o novo cálculo é mais simples que o fator previdenciário.

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