Bolsonaro visita o Muro das Lamentações em Israel acompanhado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu

 

Netanyahu rompe com a tradição diplomática e acompanha Bolsonaro em visita ao Muro das Lamentações.

 

Normalmente as autoridades estrangeiras fazem essa visita apenas com sua própria delegação para dar uma conotação particular ao ato, pois a presença da autoridade israelense, como aconteceu com Bolsonaro, dá à visita um caráter solene, que pode ser interpretado como um endosso às pretensões de Israel de tornar Jerusalém sua capital.

 

Isso contraria a decisão da ONU que reconhece a dualidade de Jerusalém entre árabes e israelenses e considera a presença de Israel na parte oriental, de maioria árabe, como uma ocupação em consequência da guerra.

 

Após o Muro da Lamentações o presidente Brasileiro visitou a Igreja do Santo Sepulcro, que abriga o local de crucificação e sepultamento de Jesus Cristo e o Monte Moriá, onde estão o Domo da Rocha, de onde o profeta Maomé subiu aos céus, os três locais mais sagrados do cristianismo, judaísmo e islamismo. Tudo numa proximidade de 1 km².

 

Durante a missão diplomática em Israel, o presidente Jair Bolsonado e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu assinaram acordos bilaterais nos setores de ciência e tecnologia, defesa, segurança pública, aviação, saúde, medicina e piscicultura.

 

Para Bolsonaro “este é um novo momento do relacionamento entre Brasil e Israel, que podem contribuir muito um com o outro”.

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