Gráfica, que supostamente atendeu candidatas Laranjas do PSL mineiro, está fechada a dois anos

 

Uma gráfica mencionada nas prestações de contas das candidatas do PSL mineiro às Câmaras Legislativas estadual e federal não funciona a pelo menos 2 anos.

 

Foi o que constatou a Polícia Federal no inquérito que investiga as candidaturas laranjas do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, que à época era dirigido pelo atual ministro do turismo Marcelo Álvaro Antônio.

 

O delegado Marinho Rezende, responsável pelo inquérito, informou que a gráfica “fantasma” tem como proprietário Reginaldo Donizete Soares, irmão de Roberto Soares, um dos principais assessores do ministro Marcelo Álvaro e o mais citados nos depoimentos de 4 candidatas investigadas do PSL.

 

As irregularidades já constatadas nas prestações de contas das candidatas laranja apontam inicialmente para o cometimento do crime de Falsidade Ideológica Eleitoral, que pode dar até 5 anos de cadeia.

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