Erros e edições nas publicações recentes do The Intercept reforçam indícios de manipulação e adulteração

02/07/2019

 

Em mais um investida contra o ministro da justiça e segurança pública, Sérgio Moro, o site The Intercept publicou novos supostos diálogos hackeados de membros do Ministério Público Federal.

 

Porém se a intenção era causar constrangimentos à entidade e ao ministro, o resultado foi o adverso.

 

O Site do americano Glenn Greenwald acabou caindo em uma armadilha armada pelo seu próprio afã. Após errar nomes, datas e personagens, o The Intercept editou os diálogos que havia publicado, dando força às dúvidas sobre a autenticidade das revelações.

 

Em nota, o Site admitiu que as mensagens veiculadas “não são reproduções gráficas”, invioláveis, mas sim "transcrições feitas em artes que acompanham os textos”, o que permite adaptação, adulteração e a retirada de contexto dos supostos diálogos.

 

Na publicação, o The Intercept traz uma suposta conversa entre os procuradores Monique Cheker e Ângelo Goulart Villela criticando a conduta do então juiz Sérgio Moro.

 

A própria procuradora desmentiu os diálogos denunciando erros temporais graves. Num deles Monique Cheker teria criticado Moro com quem, segundo as mensagens, havia trabalhado em Curitiba no ano de 2008, quando na realidade, neste ano ela trabalhava na procuradoria de contas do Ministério Público do Rio de Janeiro.

 

Outra inverdade apontada pela procuradora é a transcrição de um diálogo seu com o procurador Ângelo Goulart Villela em novembro de 2018, quando nesta data Goulart já estava afastado das funções a um ano. No mesmo diálogo também haviam três mensagens de texto enviadas exatamente na mesma hora, minuto e segundo “11:00:03”.

 

Não reconheço os registros remetidos pelo The Intercept com menção à minha pessoa, mas posso assegurar que possui dados errados e alterações de conteúdos” disse Monique em nota.

 

Mais um erro foi notado numa suposta mensagem do procurador Alan Mansur datada de 28 de outubro de 2019, portanto no futuro.

 

No final, onde estava Monique Cheker e Ângelo Goulart Villela ficou apenas Monique e Ângelo, além disso as datas e horários foram alteradas, provando que o suposto conteúdo recebido pelo The Intercept pode e provavelmente está sendo adulterado.

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