Indicação de Eduardo Bolsonaro para embaixada brasileira nos EUA deve enfrentar resistência no senado

14/07/2019

 

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL) deve enfrentar resistências para assumir a embaixada norte-americana em Washington, caso sua indicação seja confirmada pelo seu pai, o presidente Jair Bolsonaro.

 

Para ter sua eventual nomeação como embaixador confirmada, Eduardo deverá passar por uma sabatina na Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, que é composta por 17 senadores, para em seguida ser submetido a uma votação secreta. Depois é a vez do plenário dizer se aceita ou não o escolhido pelo presidente. Ele precisará do voto favorável da maioria dos 81 parlamentares em uma votação, também secreta.

 

Dos atuais integrantes da comissão, seis já se manifestaram contrários, sete a favor, três disseram que só vão de manifestar caso a indicação se concretize e um não se manifestou.

 

Até os dias atuais, apenas uma indicação presidenciável para embaixador foi rejeitada. Fato ocorrido em 2015, quando a então presidente Dilma Rousseff indicou o nome de Guilherme Patriota, irmão do ex-chanceler Antônio Patriota, para a vaga de embaixador do Brasil na OEA (Organização dos Estados Americanos) e os senadores votaram não.

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