Luciano Huck volta a ser alvo de Bolsonaro por compra de jatinho

05/10/2019

 

O Estado revelou recentemente que Luciano Huck é peça central na articulação de um grupo de políticos, representantes de movimentos de renovação e economistas para a construção de um alternativa de centro no atual cenário político de polarização aos estremos, direita e esquerda.

 

Na sequência, a também global Angélica, esposa do apresentador, disse à Marie Claire que uma eventual candidatura do marido à Presidência da República seria um “chamado”.

 

 “Não posso dizer que acho muito legal Luciano sair candidato, não seria verdade, mas tem uma hora que você não está mais no controle. É uma espécie de chamado”, disse Angélica.

 

Bastou isso, o apresentador Luciano Huck voltar a ser mencionado como possível candidato a presidência da república em 2022, para que o atual presidente, Jair Bolsonaro (PSL), retomasse as suas críticas ao Global.

 

Durante sua participação no 3º Simpósio Conservador de Ribeirão Preto, realizado por vídeo conferência, Bolsonaro mencionou o empréstimo de R$ 17,7 milhões feito por Luciano Huck junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em 2013 para a compra de uma aeronave particular na Embraer.

 

"Alguém quer um dinheiro do BNDES pagando 4% aí? Ele diz aqui que está viajando o Brasil. Obviamente, viajando o Brasil com o (inaudível) BNDES. Alguém acha que o povo vai mandar no pau mandado da Globo, mas não estamos aqui fazendo campanha. É um direito dele", disse Bolsonaro.

 

 

Naquele ano o banco de fomento nacional abriu uma linha de crédito chamado Finame (Financiamento de Máquinas e Equipamentos) para estimular a indústria nacional. E mesmo que Luciano Huck não tenha nenhuma participação nas decisões a respeito do Spread Bancário utilizado nessas operações, o presidente vem insistindo no assunto, numa estratégia de pôr a opinião pública contra o possível concorrente no próximo pleito eleitoral.

 

Luciano Huck, na outra vez em que o presidente desferiu este mesmo ataque, se limitou a dizer que seu perfil se enquadrava na política do banco, que deu as garantias de pagamento do financiamento e que seu relacionamento com o BNDES certamente criou empregos, como pretendia o planejamento da instituição.

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